Esse sol que alumia
tudo que aí está
e mais este corpo
que me pertence
como me pertence
o amor, a amizade
e a beleza
que consigo enxergar
nas nuances da Vida,
pra lá e pra cá.
Esse sol que faz carícias
de inverno, em minha pele
com tamanha mansidão
sorrateira,
como sorrateiro é o tempo
que nos leva por aí
entre noites e dias
de amanhecer, de morrer
e de nascer.
Esse sol que redime
tudo que perdido está
como faixa vibratória
de luz, ah, essa luz
que se propaga
com ele, por ele,
por nós, em nós.
Elliane de Quadros
inverno de 2011.
Ah! Esse sol que te ilumina! Brilho! Luz! Cheiro grande, amiga poetisa!!!
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